“É um absurdo alguém jogar no lixo a dignidade humana para ganhar votos”

Edição Brasil no EL PAÍS El País

Ivo Herzog, presidente do Conselho do Instituto Vladimir Herzog, viu o candidato Jair Bolsonaro questionar a morte do pai dele durante a entrevista à jornalista Mariana Godoy, no dia 7 de julho. O tema foi minimizado pelo presidenciável do PSL também na entrevista ao programa Roda Viva, do dia 30 de julho. Vlado, como era conhecido, foi assassinado em outubro de 1975, quando compareceu para prestar depoimento no Exército, a pedido do Governo militar. Foi torturado antes de ser morto, mas o regime ocultou o crime simulando seu suicídio, uma mancha na história brasileira que tem levado décadas para ser corrigida. As falas do candidato soaram como agressão a Ivo Herzog. “Um candidato esclarecido que usa esse tipo de coisa, do espetacular para conquistar voto. E se usa isso, a partir de total desrespeito com o sentimento de outras pessoas, é uma pessoa, com o perdão da palavra, escrota”, disse Ivo. “É um absurdo jogar no lixo a dignidade humana para ganhar votos. É uma pessoa dessa que queremos como nosso líder? Não falo o nome dele, porque para mim ele é uma pessoa é uma pessoa desprezível”, completou.

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