Se gritar “pega vilão”, não sobra uma seleção

Edição Brasil no EL PAÍS Breiller Pires

Houve quem admirasse a irreverência e o ímpeto ofensivo de Senegal, mas mudasse de ideia ao lembrar das dezenas de milhares de crianças talibés expostas ao trabalho escravo no país. Pela garra da seleção somada a políticas pioneiras na América Latina, como a legalização da maconha e a descriminalização do aborto, o Uruguai também amealhou simpatizantes, que, com um olhar mais profundo sobre a história, poderiam se frustrar ao constatar que o genocídio do povo charrúa até hoje não é reconhecido pelo governo local. Assim como se decepcionaram os que ficaram de olhos marejados com a emotiva trajetória de vida contada por Edinson Cavani, até descobrir os vídeos em que o craque aparece caçando javalis, uma prática comum em sua terra natal, de forma tão impiedosa como arrasa defesas e marca gols.

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