Roberto Bolaño, inventor de desertos mexicanos

Edição Brasil no EL PAÍS David Marcial Pérez

Roberto Bolaño nunca esteve no deserto de Sonora, o cenário no qual lançou seus poetas exploradores durante o último e apoteótico capítulo de Os Detetives Selvagens (1998). Nem sequer se guiou por mapas verdadeiros, mas sim por um estranho atlas criado por um geógrafo amador chileno. “Tanto faz. É o paradoxo da arte. Soube criar um universo literário com esta paisagem sedenta e indiferente”, diz Paty Godoy (Sonora, 1982), diretora e roteirista do documentário multimídia Os Desertos de Sonora, um projeto hispano-mexicano que rastreia, analisa e interpreta os rastros de Bolaño no deserto.

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