Palmeiras dá a Bolsonaro a honra de ser maior que seu próprio título

Edição Brasil no EL PAÍS Breiller Pires

Bolsonaro não é o primeiro político a utilizar o futebol como palanque de forma populista. O ex-presidente Lula recebeu comitivas de times campeões em Brasília, a exemplo de seu Corinthians, a quem beneficiou em um esforço pessoal para articular a construção da Arena em Itaquera antes da penúltima Copa do Mundo. Em 2003, o cruzeirense Aécio Neves, então governador de Minas Gerais, entregou faixas e uma taça simbólica ao elenco campeão brasileiro no Mineirão. Hoje, a participação de um deles em celebração de título de seus clubes seria contestada por boa parte dos torcedores, já que atualmente ambos estão mais atrelados a denúncias de corrupção que à imagem dos cargos executivos que ocuparam na política.

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