O melhor jogador do mundo encerra sua carreira entre cãezinhos gigantes

Edição Brasil no EL PAÍS Marina Rossi

Diamantino (Carloto Cotta) é o melhor jogador do mundo. Craque da Seleção de Portugal, ele erra uma cobrança de pênalti no final da Copa do Mundo na Rússia e cai em desgraça. No auge da própria miséria, se dá por conta da existência de refugiados na Europa e decide adotar uma criança africana para dar algum sentido à sua vida. Junto a isso, torna-se o garoto-propaganda da campanha independentista pró-saída de Portugal da União Europeia. Esse é o enredo surreal de Diamantino (2018), vencedor da Semana da Crítica do festival de Cannes deste ano, e melhor montagem no 28º Cine Ceará, em Fortaleza.

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