No debate sobre a crise na Venezuela, caímos na armadilha do embate ideológico

Edição Brasil no EL PAÍS Oliver Stuenkel

"América do Sul para os sul-americanos!", Hugo Chávez bradou durante um comício em Buenos Aires em 2007. Não deixa de ser irônico que, mais de uma década depois, as políticas implementadas pelo ex-presidente venezuelano e por seu sucessor alcançaram o exato oposto. A Venezuela está passando por uma catástrofe humanitária e um êxodo sem precedentes, e os três atores externos mais influentes na Venezuela hoje -- China, Estados Unidos e Rússia -- não são da América do Sul. Os líderes da região foram reduzidos a meros espectadores, apesar de serem, de longe, os mais afetados, recebendo um número crescente de refugiados venezuelanos.

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