Crise dos ‘coletes amarelos’ reforça a ultradireitista Le Pen diante de Macron

Edição Brasil no EL PAÍS Marc Bassets

Marine Le Pen, enfraquecida depois de perder a eleição presidencial de 2017 para Emmanuel Macron, encontrou um novo impulso graças aos 'coletes amarelos'. A revolta das classes médias empobrecidas reforçou as chances eleitorais de Le Pen e do partido que preside, o rebatizado Reagrupamento Nacional (RN), herdeiro do velho partido ultradireitista, a Frente Nacional. Le Pen é, segundo as pesquisas de opinião, a única líder na França a lucrar com um movimento como o dos 'coletes amarelos', apoiado pela extrema esquerda e pela extrema direita. Em um momento de avanço do nacionalismo e do populismo na União Europeia, o RN é favorito nas eleições europeias de maio.

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