Calor e esperança: a vida de venezuelanos refugiados em Pernambuco

Edição Brasil no EL PAÍS Marina Rossi

“No final do ano passado, tive que escolher entre comprar comida ou roupa para os meus filhos. Acabou que eles não tiveram mais o que vestir”. Com os olhos marejados, Rosmary Sarabia, de 22 anos, contava as razões pelas quais ela deixou a cidade venezuelana de El Tigre, a cerca de 500 quilômetros de Caracas, e veio para o Brasil com o marido e os filhos, de um e quatro anos. “Muitas vezes só tínhamos sardinha para comer”. A família de Rosmary, assim como outras 17, chegaram na semana passada ao município pernambucano de Igarassu, de pouco mais de 110.000 habitantes, na região metropolitana do Recife. A cidade é uma das seis no país a receber os refugiados por meio de uma iniciativa do Governo Federal, com o apoio da ONU, que tenta distribuir pelo país as centenas de imigrantes, antes concentradas no Estado fronteiriço de Roraima.

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