Assim é a busca do submarino argentino perdido há 22 dias

Edição Brasil no EL PAÍS Ramiro Barreiro

Na terça-feira, o ministro da Defesa da Argentina, Oscar Aguad, reconheceu que os 44 tripulantes do submarino desaparecido em meados de novembro estão mortos. Deixou até entrever que a nave poderia nunca ser encontrada. A afirmação foi impactante, não só para os parentes dos marinheiros, mas também para toda uma sociedade que se manteve atenta durante as extensas jornadas de resgate, que incluíram dezenas de embarcações e aviões de 18 países, entre os quais se destacam forças da Argentina, Reino Unido, Estados Unidos, Brasil, Noruega e Rússia. Participaram no total 28 navios, nove aeronaves e 4.040 pessoas na zona de busca.

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