Repressão do Governo de Daniel Ortega força milhares de nicaraguenses ao êxodo

Edição Brasil no EL PAÍS Álvaro Murillo

José Adán vendia verduras em Sébaco Matagalpa. Sua filha, Diana Ivette, estudava enfermagem na Universidade Nacional Autônoma da Nicarágua (UNAN) e os dois adolescentes da família estavam no colégio Eddy Alonso quando “os paramilitares” levaram dois colegas deles à força. Foi aí que a família decidiu deixar a casa e sair pela primeira vez da Nicarágua. Em 20 de junho – dois meses após o início dos protestos e da repressão governamental – entraram na Costa Rica, agendaram uma data para solicitar refúgio e desde então veem o tempo passar, hospedados na casa de conhecidos em Aserrí, um povoado rural 10 quilômetros ao sul de San José.

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